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Morte e o fim das eleições!

O dia mundial do trabalho será lembrado a partir de agora por causa de alguns trabalhadores padrão, funcionários da CIA, que mataram o homem mais procurado do mundo, Osama Bin Laden.
Lembro que a cabeça dessa pessoa valia US$25 milhões, recompensa a ser paga para quem desse informações sérias para o governo norte-americano do paradeiro dele, se vocês realmente acreditam que o seu paradeiro era desconhecido.
Com a morte anunciada em rede nacional pelo presidente Obama, em um dia atípico em que o presidente fez até piadas em encontro com jornalistas, o governo dos EUA economizam um bom dinheiro, mas gastam uma das cartas que tinham na manga para reeleger Barack Obama. A concorrência dele será muito forte, pelo menos economicamente, afinal provavelmente concorrerá com Donald Trumph, uma das maiores fortunas mundiais, e isso costuma influenciar muito o voto nos EUA.
Para reverter a imagem negativa que muitas pessoas tinham de Obama, o governo usou de uma tática bem conhecida de seu predecessor, George W. Bush: a guerra. Ao matar Osama, Obama pode vender a imagem de "salvador da pátria", afinal funcionou com Bush. Acredito que isso seja parte de uma série de medidas tomadas pelo governo dos EUA para preparar a reeleição do seu presidente sem muito esforço ou concorrência. E a cultura daquele país vê guerra e morte como uma coisa natural, até mesmo de seus próprios presidentes, o que se dirá de um reconhecido terrorista internacional.
Duro golpe no partido Republicano, que esperava comprovar que Obama nem era americano e se isso não desse certo, derrotá-lo com a influência e o dinheiro de Trumph. Golpe forte também na família republicana dos Bush, pilar do partido republicano e ligados economicamente há décadas à família dos Laden, que têm enormes investimentos nas petrolíferas do Texas, inclusive tendo George Bush (o pai) como funcionário, uma espécie de representante internacional.
O governo de Obama deu um tiro certo, matou dois coelhos com uma cajadada só, como se diz por aí, se livrando de um terrorista problemático e ficando bem com a opinião pública, além de criar uma dor de cabeça enorme nos seus adversários, politica e economicamente. "Apenas" por ter matado um homem na hora certa. E depois dizem que o Obama não é inteligente.
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Redução da capacidade intelectual!

Cada vez mais me convenço que as pessoas menos preparadas estão assumindo cargos públicos, eletivos ou não. Aqueles que são eleitos, como o deputado Tiririca, geralmente o são como forma de protesto de um povo absolutamente ignorante em termos de política. Não chegaram sequer à fase do analfabetismo político.
Um exemplo disso vem da cidade de São Paulo, a maior do país, a mais importante economicamente e onde a frota de automóveis aumenta com a maior velocidade. Cada vez mais os responsáveis pelo trânsito na capital paulista reduzem o tamanho das faixas de ruas e avenidas, para aumentar a quantidade de carros que podem trafegar naquele lugar sem obras maiores. Outra medida comum por aqui é reduzir a velocidade máxima permitida nas vias, como se isso adiantasse alguma coisa.
"Mas adianta", responderão alguns. É claro que isso é verdade, os motoristas que tentam manter o controle no caos e que às vezes passam um pouco do limite de velocidade pagarão mais multas, aumentando a arrecadação e as disponibilidades de roubos, desvios e propinas por aí. Sabe como é, quanto mais dinheiro circulando, mais dinheiro pode ser desviado e usado para fundar partidos políticos, por exemplo.
o que ninguém pensa é em deter os idiotas que dirigem que nem loucos no trânsito, entrando e saindo de faixas exclusivas de ônibus, "costurando", como se costuma dizer e andando muito acima da velocidade permitida porque não se preocupam com o valor das multas, que no Brasil só é alto para uma parte da população, a maior. Para uma pessoa que tem um carro de, digamos, R$ 100 mil, pagar uma multa de menos de R$ 70,00 por excesso de velocidade parece piada. E é.
Se quiséssemos realmente reduzir drasticamente os números dos acidentes e mortes no trânsito, assim como os gastos públicos que deles decorre, faríamos como na Espanha, que instituiu um código de trânsito progressivo, mas altamente punitivo. Na primeira infração, o condutor é advertido apenas. Depois disso começam as multas, sempre de uma porcentagem do valor do carro que cometeu a infração (5%, 10%, 15% e daí em diante), podendo o infrator pagar o valor carro de multa sem contar o risco de ser preso.
Fazer isso no Brasil significaria punir os deputados e senadores, por exemplo, que matam no trânsito ou dirigem bêbados. Como não se aplica a lei para alguns, abre-se precedentes para que outros não sejam punidos. E, de impunidade em impunidade, chegamos ao trânsito que mata mais do que muitas guerras por aí. E o pior, as pessoas continuam achando que isso é normal. Dessa forma, para que mudar, não é mesmo?
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Brasil: país educação.

Vou usar aqui como exemplo de educação um dos casos que mais repercutiu na mídia nacional nos últimos dias: o assassinato do músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães. Não é preciso dizer que grande parte da repercussão se deu por esse fato, se o atropelado não fosse uma pessoas famosa talvez não houvesse tanto"barulho". Mas isso não vem ao caso agora.
Cenário: Rio de Janeiro, túnel Zuzu Angel, que liga São Conrado à Gavea, zona sul. Com o túnel interditado para manutenção o músico e alguns amigos aproveitaram para andar de skate, por considerarem o local seguro. O que eles não contavam era que alguns amiguinhos, ao que parece brincando de pega-pega automotivo (leia-se racha, como é chamado em São Paulo a corrida entre carros feita de forma ilegal), entrariam no túnel interditado, sinalizado, por uma passagem proibida e colocariam suas vidas em risco. Não adianta o advogado do atropelador dizer que não dava para ser um racha pois os carros são muito diferentes em motorização. Basta ver os antecedentes na companhia de engenharia de tráfego desse pseudo piloto, com pelo menos cinco multas por excesso develocidade. Muito me admira esse tipo de gente (?): agora o que importa é que não era um racha e sim que os pobres-coitados fizeram o retorno proibido porque estavam com medinho de passar ao lado do morro. E daí se eles mataram uma pessoa nessa situação? Advogados assim me enojam.
Mas eu gostaria mesmo de chamar a atenção para outro fato: ao MATAR uma pessoa e ser abordado pela polícia, o que houve? Um acordo. Policiais acharam que 10 mil reais eram o sufuciente para que uma pessoa morresse sem socorro e um assassino escapasse do flagrante. Educação para que, não é mesmo? Aí o assassino e seu papai aceitaram pagar o suborno para FINGIR QUE NADA TINHA ACONTECIDO! O papai do assassino também mandou o carro bem cedo para a funilaria e exigiu urgência no trabalho de reparação, ou seja, destruição de evidências e obstrução do trabalho da polícia.
Trocando em miúdos: a família do assassino tem por hábito ENCOBRIR e SE RESPONSABILIZAR por todas as cagadas do seu filhotinho. Não importa o quão grande seja a burrada que ele fez, tudo fica certo com um pouquinho de cola, gritos, desrespeito e propina. São provavelmente daquele tipo de pais que brigavam com o professor quando o coitadinho do filho colava na prova e era pego em flagrante, ficando com zero de nota; brigavam com a escola quando o pobre-coitado era suspenso "apenas" por ter explodido o banheiro; entravam com processo na justiça contra os pais de outro aluno porque seu inocente filhinho jamais colocaria fogo no cabelo de alguém.
A péssima educação vem de péssimos exemplos. Não é à toa que vivemos em uma sociedade em que cada vez mais os jovens cometem crimes indescritíveis como matar os pais por herança ou atropelar alguém e fugir para se livrar da própria culpa. Esses jovens, a maioria da classe média alta e alta, estudaram em boas escolas e tiveram boa formação. O que não tiveram foi boa educação, pois seus pais não foram suficientemente homem / mulher para isso e não permitiram que alguém fizesse o serviço. O resultado? Um ser vivo que mata uma pessoa e só consegue pensar em uma coisa: COMO FAÇO PARA ME LIVRAR DISSO? Basta chamar o papai que ele resolve.
Infelizmente para eles a pessoa assassinada é conhecida e filho de uma atriz do principal canal de televisão do país. A mídia vai massacrá-los e exigir uma condenação, como no caso do jornalista Tim Lopes, assassinado no Rio de Janeiro também. Talvez, se os pais se dessesm conta de que dar educação aos filhos não é dar para eles tudo que eles querem, nem na hora, nem do jeito, nem com quem eles querem a história hoje fosse diferente e o músico ainda estivesse vivo. A vida atual exige que as pessoas se distanciem dos filhos por causa do trabalho, eu até entendo isso. Mas isso não é desculpa para que esses pais estimulem dentro de suas próprias casas a criação dos assassinos da nossa sociedade.
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Chuvas no Nordeste

Em meados de Junho fortes chuvas atingiram o nordeste do Brasil, provocando alagamentos, destruição e mortes. Mas ao contrário do que muitas pessoas andam falando, não, a culpa não é do aquecimento global.
O que aconteceu no nordeste brasileiro não é nenhuma novidade, fenômeno parecido ocorreu na mesmo região há cerca de dez anos passados, em 2000. Na ocasião foram registradas 55 mortes mas os estragos materiais foram menores.
Para aqueles um pouco mais familiarizados com geografia não é necessário explicar que o clima tropical brasileiro tem uma característica peculiar: apresenta metade do ano com chuvas regulares e metade do ano secas regulares. Mas no litoral acorre uma pequena variação disso. As massas de ar que causam chuvas no litoral brasileiro são, principalmente, a Tropical Atlântica (Ta) e a Polar Atlântica (Pa). No inverno Pa está mais forte e consegue chegar no litoral do nordeste, empurrando para esse local a influência de Ta. Quando se encontram chove por seis meses, regularmente, seguindo a tendência pricipal dos climas tropicais. Quando Pa perde força, no verão, Ta a empurra novamente para o sul e sudeste, provocando chuvas nessa região. Portanto costuma-se dizer que chovem seis meses por ano no clima tropical, exceto no litoral, em que chove seis meses no litoral do nordeste no inverno e seis meses no litoral do sudeste, no verão.
A diferença é que nesse ano choveu muito mais do que o esperado e essas chuvas se concentraram em poucas áreas, chovendo por cinco dias seguidos, o que causou a tragédia. O que se segue às chuvas é uma enxurrada, que carrega tudo o que estiver no caminho. Nesse caso, casas, comércios, lavouras, pessoas. É óbvio que um evento desses não poderia deixar de ser uma tragédia anunciada, pois as pessoas construíram suas vidas em planícies de inundação dos rios. Não adianta reclamar da natureza, pois essas áreas não chamam planícies de inundação à toa. Todas as vezes que o leito não tiver suporte para o volume de água essas áreas serão inundadas. Então porque as pessoas moram nesse lugar?
Por que o governo deixa é a única resposta. Todas as prefeituras do Brasil usam do expediente de deixar as pessoas invadirem áreas de preservação para aumentar o número de moradores, regularizar as áreas e assim poder cobrar impostos, aumentando a arrecadação do município. Tática velha, bem manjada, mas ainda em uso. Depois políticos se aproveitam para prometer em campanhas eleitorais que se forem eleitos não permitirão que as pessoas sejam retiradas das áreas invadidas. Resultado: o povo que não conhece leis e não quer perder os investimentos já feitos elege esse tipo de político, que mora bem longe do rio.
Não é a primeira vez que posto aqui esse tipo de tática usada no jogo político para manter o povo no cabresto eleitoral.E conhecendo a casta de políticos brasileiros e os eleitores do Brasil com certeza não será a última. Depois da tragédia, o povo deu um bom exemplo e mandou milhares de toneladas de roupas e alimentos para as vítimas. Os governos nos diversos níveis de administração fizeram discursos e liberaram verbas. O que me incomoda não é isso, já que são atitudes louváveis ajudar as pessoas atingidas.
O que incomoda é usar mais dinheiro para consertar do que para prevenir; criticar as ocupações ao invés de proibí-las; contabilizar mortos ao invés de atingidos; prender pessoas que deveriam ajudar (bombeiros) por roubar donativos. É deprimente.
Até a última contagem, 57 pessoas haviam morrido e cerca de 16 mil haviam sido atendidas nos hospitais de campanha das forças armadas, que mais uma vez dão excelente exemplo de organização e atitude frente situações adversas.
Que fique a lição para a reconstrução. As pessoas precisam de moradias e a infraestrutura deve ser reconstruída. Espero que as autoridades entendam que apesar de ter havido uma desgraça é necessário pensar e agir racionalmente. Ocupar ou permitir ocupação dessas áreas é permitir que moradores corram riscos desnecessários, inclusive de morte. Ou será que só pensam que 57 eleitores a menos não farão falta?
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Dois pesos, duas medidas!

Sei que isso vai soar repetitivo, mas vou dizer de novo: o Lula é uma besta. Desta vez por causa das declarações do infeliz sobre a morte do cubano Zapata Tamayo, que passou 85 dias em greve de fome para exigir a libertação dos presos políticos da ditadura dos irmãos Castro.
Primeiro, o inepto comparou a situação dos presos políticos cubanos com os presos comuns em São Paulo. Para alguém que viveu o período da ditadura brasileira e se diz perseguido político, ele deveria saber a diferença entre eles. Mas SABER não é o forte do nosso presidente, não é mesmo? Segundo, ele disse que "a greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto de direitos humanos para liberar as pessoas". Se bem me lembro, grupos que combatiam a ditadura brasileira, incluindo um monte de membros do partido dos trombadinhas e da atual gestão do governo federal participaram de sequestros e atentados para reivindicar, entre outras coisas, a libertação de presos políticos.
E por último, mas não menos importante, ele afirma categoricamente: "Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos de deter as pessoas em função da legislação de Cuba". E por que o governo brasileiro não teve esse tipo de postura com o governo de Honduras, uma vez que os ditos "golpistas" que derrubaram o presidente Manuel Zelaya estavam cumprindo um dispositivo da Constituição Federal daquele país? Isso quer dizer que as democracias são ótimas e muito bem aceitas pelo governo tupiniquim, desde que elas sejam ditaduras de esquerda disfarçadas de democracias.
Muitos outros exemplos poderiam ser dados aqui da incapacidade da atual diplomacia brasileira de enxergar a realidade e da falta de capacidade intelectual do atual presidente da república brasileira. Mas além de repetitivo, cansativo para o leitor, seria também desnecessário. Mas já dá para ter uma idéia do que seria a radicalização do governo Lula, se por ventura Dilma Roussef for eleita. Viraremos uma democracia à la Cuba.
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Números!

No mês de Julho o país ficou estarrecido ao descobrir a situação de calamidade em que vive a Santa Casa de Belém, no Pará. Tudo porque se tornou impossível esconder o assustador número de mortes na UTI neonatal da entidade. De acordo com as informações oficiais, 253 bebês morreram entre Janeiro e Junho desse ano.
Além da óbvia tragédia, muito se pode discutir. Nenhum hospital chega ao ponto em que ocorrem tantas mortes sem um motivo, o que já está provado e documentado. Há mais de um ano o Sindicato dos Médicos denuncia a situação precária do estabelecimento, no qual faltavam até álcool e algodão, e nada foi feito. Como sempre costumo dizer, crises como essa seriam exemplares mas infelizmente não são. Me explico: apesar da tragédia, nada disso é utilizado para melhorar a qualidade do atendimento público, em lugar nenhum do país, então sabemos que podemos esperar outra tragédia, em outro lugar, que está em curso nesse momento mas ainda não se tornou pública.
Esses acontecimentos são decorrentes de décadas de desmandos e de pouca preocupação com as pessoas, pelo menos fora do período eleitoral. Então são processos que se tornam notórios da pior maneira e com quem tem menos culpa pagando o preço mais alto. Nesse caso, com a morte de um filho.
No entanto, a maior falta de respeito às famílias veio de uma declaração oficial da Secretária de Saúde, Laura Rosseti, que em entrevista afirmou que o número de mortes era normal, estava dentro do parâmetro aceitável pela Organização Mundial de Saúde. Como já diria o grande mestre Aziz Ab'Saber, o maior erro que se comete quando se fala de pessoas é transformar problemas em números, pois os números mascaram a realidade. E eu ainda acredito na Teoria da Relatividade: 253 mortes para a secretária de saúde é uma coisa; um filho morto para uma das famílias vítima da negligência e do descaso da administração pública é outra. Tudo é relativo. Talvez se um dos mortos fosse filho de alguém importante a história fosse diferente.
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Obrigado!

Mais uma vez venho a esse espaço falar de política. Mas dessa vez, venho agradecer ao pessoal de Belém do Pará, pelo serviço prestado à todos os críticos da gestão pública pelo país afora. Ontem, o segurança Antônio Carlos Barbosa, 40 anos, deu entrada na UMS de Marambaia, Belém do Pará, com insuficiência respiratória. Sua agonia durou mais de duas horas, entre atendimentos e espera por remoção. Resultado: morte por infarto. Uma gravação foi veiculada pela imprensa, onde Antônio é mostrado recebendo oxigênio e mais nada. A família diz que os equipamentos necessários, como o desfibrilador, não estavam funcionando. A SESMA, secretaria municipal de saúde, diz que estavam. O médico diz que o paciente não poderia ser removido pelo risco de morte no transporte. O sindicato dos médicos (Sindisaúde) fazia naquela unidade uma manifestação pela melhoria de condições de atendimento. A SESMA diz que a unidade está aparelhada e com profissionais para atender às grandes necessidades da comunidade. Parece que cada grupo vive em um planeta diferente, de tanta divergência no que falam.
A crítica a ser feita é ao sistema de saúde DO PAÍS, não de um lugar. Nunca foi do interesse dos políticos que a saúde pública funcionasse, pois se isso acontecesse eles teriam que mudar o jeito de fazer política, deixando de lado a chantagem eleitoreira. "Se você votar em mim, ganha uma dentadura, se não votar não recebe água no período de secas." E isso é só um exemplo. Mas fica claro quando é na saúde, pois a consequência é imediata, a morte das pessoas. As duas únicas coisas que posso fazer, nesse momento de indignação, é dar meus pêsames para a família pela perda do ente querido. A outra? Nem posso dar os pêsames ao sistema de saúde, pois estaria atrasado. Esse já está morto tem muito, muito tempo. Por isso agradeço, mais uma vez, por mostrarem ao mundo o quanto os governos brasileiros são incompetentes no trato com a população. Mas isso é o que se mostra. Se fosse realmente incompetência ainda "estaria bom". Melhor passar por incompetente do que admitir que é para isso que o sistema de saúde foi pensado!
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Pense!

"Quem não raciocina é fanático, quem não sabe raciocinar é um imbecil e quem não ousa raciocinar é um escravo"
W. Brumon

Sobre o autor!

Minha foto
Sou apenas um brasileiro, professor de Geografia, crítico da Política e das "politicalhas" que vejo todos os dias por aí. Sou um cara simpático com meus alunos e amigos, totalmente antipático com e que não acredita mais em política, que gosta muito de dar aula, principalmente pela liberdade de expressar minhas opiniões e discutí-las com os alunos. Gosto de viajar, gosto do bom e velho Rock'n'Roll. Gosto muito de Geografia e de estudar os "matos" desse país. Acho mesmo que nasci no país errado: prefiro campo a praia, vinho a cerveja, frio a calor, morenas a loiras, honestidade ao famoso "jeitinho brasileiro". Enfim isso tudo. Quem quiser saber mais pergunte para meus amigos e alunos.

Sobre o Blog!

Olá a todos.


Estamos caminhando por um mundo globalizado que não enxerga diferenças mais do que econômicas, por isso esse é um dos focos dos atuais estudos geográficos. Como amante, seguidor e professor dessa velha matéria, me sinto na responsabilidade de passar as idéias e atualidades desse contexto para os meus alunos e amigos, como quaisquer outros seguidores que vierem.

A visão é de uma pessoa que passou por diversas dificuldades e ainda passa, vivendo na periferia e tentando, a partir dela, criar certa resistência ao processo de desmonte da educação como um todo que acontece hoje no nosso país. Portanto, continuem se sentindo em casa, e não se esqueçam de comentar e dar suas opiniões sobre cada postagem. Como sempre, respondo aos comentários o mais breve possível.



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